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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Belém do Pará: Pré-candidatos a prefeituta à todo vapor!

Em Belém já são quatro os candidatos lançados oficialmente e que já estão em negociações para as eleições de 2012. São eles:

Jorge Panzera - PCdoB.













Cássio Andrade - PSB.














Edmilson Rodrigues - PSOL.

















Arnaldo Jordy - PPS.

















Há ainda especulação sobre outros nomes como:

Zenaldo Coutinho - PSDB.












Sérgio Pimentel - PTB.














José Priante - PMDB.


















Dentre Outros...

UJS - PARÁ elege nova diretoria.

A Uniao da Juventude Socialista (UJS) do Pará elegeu sua nova diretoria com um plenário lotado que discutia o Plebiscito sobre a divisão do Pará, onde tiraram o posicionamento de serem contra a divisão do estado do Pará e de engajarem-se na campanha Contra essa divisão.

Henos Silva sai da direção e deixa Pedro Fonteles, que foi calorosamente recebido, junto com a nova diretoria da organização.

Pedro Fonteles (foto) é Historiador e filho do ex-deputado Comunista Paulo Fonteles, que foi assassinado a mando do grande Capital, do latifúndio e dos direitistas de plantão. Pedro é irmão de Paulo Fonteles Filho, ex vereador de Belém e uma das lideranças atuais na pesquisa sobre a verdadeira História do Araguaia (Guerrilha comandada pelo PCdoB no sul do Pará).


A minha saudação especial à nova diretoria, que terá como membros grandes e velhos amigos!

Pedro Ivo Castro.




A nova Direção Executiva da UJS-Pará segue assim:



Presidente - Pedro Fonteles

Vice-Presidente – Ewerton Rosa

Organização: Cleiton Costa

Comunicação e Jovens Cientistas: Daniele Garcia

Formação: Fausto Bulcão Neto

Jovens Trabalhadores: Thiago Barbosa

Luta anti-racista: Francianne Lima

Finanças: Sidnei Miranda

Nucleo UFPA: Jorge Lucas Neves

UAP – Tamara Figueiredo

UNE – Rafael Costa

UMES – Juliana Magalhaes


sábado, 27 de agosto de 2011

Governador Jatene persegue delegada do PCdoB!

Do Blog do RODRIGO MORAES.
O Brasil ficou comovido com a morte de bebes na porta da Santa Casa de Missericordia do Pará.A falta de leito e de atendimento demonstram a forma que o governador Simão Jatene trata a Saúde no Estado do Pará.
Por se tratar de um crime o caso foi levado para a Policia Civil..O inquérito ficou sob responsabilidade de delega Perpetua Picanço que comandou o inicio das investigações.
Para surpresa de todos o caso foi arbitrariamente retirado do comando da delegada Perpetua!! e sabe o motivo? Ela é militante do PCdoB..
Que forma mais atrasada de fazer politica de segurança Publica né governador !!??

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Edilza Fontes - de volta ao PCdoB!

Edilza Joana Fontes, é militante histórica da esquerda no Pará. Iniciou sua militância nos tempos da ditadura civil-militar que estremeceu o Brasil de 1964 à final da década de 70. Socialista, Edilza começou sua trajetória em uma ala dissidente do PCdoB e depois fundou e construiu o Partido dos Trabalhadores - PT.

Anos após a construção do PT, Edilza já cumpriu tarefas de destaque, coordenando campanhas eleitorais vitoriosas, assumindo a FUMBEL durante o Governo do Povo (Prefeitura de Belém, liderada pelo então petista Edmilson Rodrigues, hoje deputado estadual e dirigente do PSOL) e da Escola de Governo, indicada pela Governadora Ana Júlia Carepa, do PT.

Edilza Fontes, ou a Professora Edilza, como é conhecida, é uma importante liderança política do nosso Estado, com um enorme potencial de articulação política e uma vasta experiência. Respeitada por muitos, conhecida em todos os partidos, referência para uns, criticada e invejada por outros, saiu do PT com uma polêmica Carta em que atirou em muitos!

Criticou a perda de referencial programático do Partido dos Trabalhadores, criticou o abandono de banderias históricas do partido que ajudara a fundar, como a ética e transparência na política e logo após a cassação do primeiro parlamentar petista do Pará (o ex-deputado estadual Chico da Pesca) ela diz "Não fui eu quem sai do PT. Foi o PT que saiu de mim!"

A Doutora, historiadora e Professora da Faculdade e do Programa de Pós-graduação em História da UFPA, importante pesquisadora e liderança política anunciou nesta-sexta (26/08) sua filiação ao PCdoB, retornando ao velho e conhecido Partido Comunista do Brasil.

De nossa parte, como amigo e aluno, desejamos toda a sorte e felicidade do mundo!

"Os sonhos não envelhecem!"

domingo, 10 de julho de 2011

Ana Júlia é denunciada ...

EM CAMPANHA

Ex-governadora firmou convênios em período vedado pela lei eleitoral

RONALDO BRASILIENSE Especial para O LIBERAL

Ao final de junho de 2010, já bem atrás nas pesquisas eleitorais na campanha para reeleger-se, a então governadora Ana Júlia Carepa (PT) e seus principais coordenadores políticos decidiram fazer uma jogada arriscada para tentar virar o jogo: firmar convênios com prefeituras aliadas, repassando recursos públicos, apesar da vedação imposta pela legislação eleitoral.

Na ânsia de garantir a reeleição, Ana Júlia Carepa pode ter cometido atos de improbidade administrativa ao firmar 54 convênios com prefeituras paraenses - cinco em 2008 e 49 convênios em 2010 - fora do prazo legal definido pela lei eleitoral em vigor. Os 54 convênios feitos fora do prazo legal totalizavam R$ 28 milhões, dos quais o governo do Estado liberou algo em torno de R$ 21 milhões, ficando um saldo a pagar pouco superior a R$ 7 milhões. O total de recursos públicos a serem repassados pelo governo de AnaJúlia Carepa aos municípios paraenses àquela altura atingia R$ 394,8 milhões, dinheiro suficiente para tentar mudar a tendência do eleitorado paraense pró-oposição.

A denúncia sobre os 54 convênios ilegais firmados com prefeituras do interior pela ex-governadora Ana Júlia foi encaminhada na semana passada ao Ministério Público Estadual, ao Tribunal de Contas do Estado, à Procuradoria Geral do Estado e à Auditoria Geral do Estado pelo secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças, economista Sérgio Bacury.

Levantamento feito pela Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof), por solicitação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e do Ministério Público Eleitoral, comprovou que todos os 54 convênios firmados tiveram os primeiros repasses de recursos financeiros do Estado feitos somente a partir de 3 de julho de 2010, portanto dentro do período de vedação eleitoral. Ficou comprovado também que os repasses de recursos foram executados sem que os objetos dos respectivos convênios estivessem fisicamente iniciados, em desacordo com a Lei Federal nº. 9.504/97 e com jurisprudência já firmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).