Esse Blog é um espaço de diálogo com a juventude. Discutiremos sobre política, educação, sociedade, realidade amazônica, dentre outros temas que interessam a juventude. Seja bem-vindo!
O que você quer saber?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
STF APLICA FICHA LIMPA E JADER PERDE MANDATO
Do blog da MARINOR BRITO.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Marinor faz pressão pela aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa
Fonte: Amazônia Jornal - 26.10
domingo, 24 de outubro de 2010
O que é a mais-valia?
Na verdade, a divisão da sociedade em classes nem sempre existiu. Em sociedades mais primitivas, a produtividade do trabalho era muito pequena e o trabalho realizado por uma pessoa bastava apenas para viabilizar sua própria subsistência e reprodução (o que inclui a possibilidade de alimentar filhos por algum tempo). Todos os seres humanos eram obrigados a produzir, não havendo divisão de classes na sociedade.
Quando, graças ao avanço das técnicas e das ferramentas de trabalho, a produtividade aumentou e o ser humano pôde produzir mais do que o necessário para sua subsistência e reprodução — ou seja, quando o trabalho começou a gerar um produto excedente —, parte da sociedade passou a não ter mais de “ganhar o pão com o suor do próprio rosto”. Ou seja, tornou-se possível a divisão das sociedades numa classe dominante, proprietária dos meios fundamentais de produção, desobrigada do trabalho para garantir sua subsistência, e numa classe dominada e explorada que, além de viabilizar a sua própria subsistência, trabalha também para a classe dominante e lhe entrega seu produto excedente.
Em diversos tipos de organização social essa divisão se dava de forma transparente. Assim, quando a divisão fundamental da sociedade contrapunha senhores e escravos, era evidente que os escravos trabalhavam (de graça) para os senhores. Do mesmo modo, na época feudal, os camponeses, servos, eram obrigados a trabalhar parte dos dias da semana nas terras dos senhores feudais, sem qualquer pagamento.
Na economia capitalista a divisão da sociedade em classes permanece, mas já não é tão transparente. Se analisarmos atentamente a situação perceberemos que a classe dominante não produz aquilo que consome – vive, por exemplo, dos juros de aplicações financeiras, lucros gerados por empresas nas quais, muitas vezes, os acionistas proprietários não têm participação direta, sequer como administradores ou diretores, ou de aluguéis. Esta classe se mantém pela apropriação do excedente gerado por gente que trabalha e produz. Mas as formas precisas pela quais a transferência deste excedente se faz são complexas, e nem sempre podem ser facilmente percebidas.
No capitalismo, os trabalhadores assalariados são, fundamentalmente, os responsáveis pela produção. Recebem pagamento pelo seu trabalho: o salário. aparentemente realizam uma troca, visto que, ao contrário dos escravos ou dos servos, não trabalham de graça para seus patrões. Mas se isso fosse verdade, não haveria como explicar como vivem os que os que não produzem.
Uma das contribuições fundamentais de Marx para compreender a economia capitalista foi justamente explicar a forma como isto acontece. Ele destacou que o salário não é pagamento pelo valor gerado pelo trabalho. É, isto sim, uma espécie de aluguel da capacidade de trabalho de um trabalhador ou de uma trabalhadora por um período de tempo (por exemplo, por um mês, se o salário é pago mensalmente).
Ora, cabe ao capitalista que contrata os trabalhadores, ou a seus prepostos, garantir que eles produzam um valor maior do que aquele recebido como salário. Isto não é muito difícil: os salários tendem a se fixar no nível em que são apenas aproximadamente suficientes para a subsistência e a reprodução da classe trabalhadora (incluindo sua qualificação); o desenvolvimento da tecnologia tornou possível que cada trabalhador produza um valor bem maior do que este.
Marx chamou de mais-valia a diferença entre o valor adicionado pelos trabalhadores (incorporado às mercadorias produzidas) e o salário que recebem. A mais-valia definida desta maneira é em tudo semelhante ao trabalho gratuito que escravos ou servos entregavam a seus senhores. É uma forma disfarçada de transferência de um excedente para a classe dominante.
A mais-valia é a base para os lucros, os juros das aplicações financeiras e para todas as formas de rendimentos vinculadas à propriedade. A apropriação da mais-valia é o fundamento da divisão das classes sociais no capitalismo.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Vejam bem a foto e o fato!

Olhem a foto.
Ela merece um olhar especial.
Ana e Almir.
Almir e Ana.
Bem ao lado o deputado eleito Puty,o crítico numero um do PSDB e da época que Almir foi Governador.
Foi.
E foi, como todos sabem, se refere ao passado.
E o que passou, passou, ora pois.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
E assim escreveu Puty...
Do Blog do BACANAPedro Ivo Castro:
MAS SERÁ QUE DEPOIS QUE O ALMIR GABRIEL, RESPONSÁVEL POR TUDO ISSO AE QUE O SENHOR PUTY FALOU, DECIDIU APOIAR, VOTAR E FAZER CAMPANHA PARA ANA JÚLIA DO PT, ELE (PUTY) QUE É DA CORRENTE DA GOVERNADORA, AINDA PENSA TUDO ISSO?
NÃO É A POLÍTICA QUE É ASSIM, OS MAUS POLÍTICOS É QUE SÃO IGUAIS E FAZEM O POVO DE PALHAÇO... O PT É DA DIREITA, O POVO PRECISA ENTENDER ISSO!
EU DEFENDO A COERENCIA, POR ISSO EU SOU DO PSOL!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
SOBRE ELEIÇÕES 2010 E SEGUNDO TURNO
O Partido Socialismo e Liberdade - Pará (PSOL-PA) sai das eleições de 2010 com duas importantes vitórias: uma eleitoral e outra política. Conseguimos eleger Marinor Brito ao Senado Federal com mais de 727 mil votos. Elegemos ainda Edmilson Rodrigues com mais de 85 mil votos (o deputado estadual mais bem votado da história do Pará). E tivemos mais de 107 mil votos para Fernando Carneiro governador (o terceiro mais bem votado do PSOL nacional em números absolutos e o segundo em termos percentuais). O povo do Pará deu uma inequívoca demonstração de apoio ao projeto socialista do PSOL, e nossos parlamentares e dirigentes saberão honrar esse compromisso, seja no parlamento seja na luta direta do povo. Ao povo do Pará, nosso agradecimento sincero.Mas além da vitória eleitoral o PSOL comemora uma inquestionável vitória política. Obtivemos votos em todos os 144 municípios do estado, confirmando que nossa presença se fortalece em todo o Pará. Ademais fizemos uma campanha acertada do ponto de vista programático e ideológico. Demonstramos com firmeza e serenidade que havia apenas dois projetos em disputa: um representado pelos candidatos do PSDB, do PT e do PMDB que, a despeito de diferenças pontuais, tem a mesma matriz neoliberal. E outro, representado pelo PSOL que defende a participação e o protagonismo popular, que defende a vida e a floresta e que enfrenta a lógica capitalista que a tudo transforma em mercadoria.
O PSOL paraense, a exemplo do PSOL nacional, sai das eleições reconhecido como alternativa socialista e de esquerda. Sai respeitado pelo povo e com a militância experimentando um profundo sentimento de vitória. Não recebemos apoio de empresários ou capitalistas. O segredo de nossa vitória está na incansável disposição voluntária de nossa bela militância, que venceu todos os desafios impostos por uma disputa marcada pelas campanhas milionárias. Igualmente, nosso resultado deve ser creditado ao trabalho de todos os nossos candidatos e candidatas que souberam superar uma série de dificuldades para levar mais longe a proposta de mudança encarnada pelo PSOL.
O povo quis mudar, mas sabemos que nem sempre os resultados eleitorais expressam o verdadeiro sentimento de mudança. O uso e abuso do poder financeiro e midiático e das máquinas públicas muitas vezes distorcem o resultado. No Pará, como em âmbito nacional, teremos um 2º turno entre o PSDB e o PT. Coerente com nossa campanha, afirmamos: não apoiaremos nenhum dos dois candidatos e avisamos que qualquer que seja o próximo governo, o PSOL seguirá construindo em conjunto com os movimentos sociais um forte movimento de oposição de esquerda e programático, defendendo de maneira firme e decidida os trabalhadores e trabalhadoras de nosso estado e do Brasil, rumo à construção de uma sociedade livre da tirania imposta pelo capital.
O PSOL do Pará, portanto, afirma que não vinculará seu patrimônio político, duramente conquistado ao longo de muitos anos de trabalho, aos palanques de Simão Jatene e de Ana Júlia, posto que, em ambos os casos, não existem identidades programáticas e políticas que justifiquem tal aproximação.
Nesta oportunidade, o PSOL reitera seu antagonismo ao legado de 12 anos de governos do PSDB no Pará, repudiando seu conteúdo privatista, de arrocho e de desmonte dos serviços públicos e de ataques sistemáticos aos movimentos sociais da cidade e do campo. Da mesma forma, o partido faz questão de ressaltar sua firme postura oposicionista – popular e de esquerda – ao governo do PT e de seus aliados conservadores, cujo desempenho resultou na completa frustração das expectativas de mudança criadas na eleição passada.
Finalmente, o PSOL desautoriza a presença de seus filiados e militantes em qualquer das campanhas de 2º turno em nosso estado, alertando para que todos se pautem no mais estrito cumprimento da presente resolução.
Executiva Estadual do PSOL - Pará – Belém, 13 de outubro de 2010.
Manifesto à Nação
Plínio de Arruda SampaioDe São Paulo
Para os socialistas, a conquista de espaços na estrutura institucional do Estado não é a única nem a principal das suas ações revolucionárias. Em todas estas, os objetivos centrais e prioritários são sempre os mesmos: conscientizar e organizar os trabalhadores, a fim de prepará-los para o embate decisivo contra o poder burguês.
Fiel a esta linha, a campanha do PSOL concentrou-se no tema da igualdade social, o que possibilitou demonstrar claramente que, embora existam diferenças entre os candidatos da ordem, são diferenças meramente adjetivas.
Isto ficou muito claro diante da recusa assustada e desmoralizante das três candidaturas a firmar compromissos com propostas de entidades populares - como a CPT, o MST, as centrais sindicais, o ANDES, o movimento dos direitos humanos - nas questões chaves da reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, aplicação de 10% do PIB na educação, combate à criminalização da pobreza.
Não há razão para admitir que se comprometam agora, nem para acreditar que tais compromissos sejam sérios, como se vê pelo espetáculo deprimente da manipulação do sentimento religioso nas questões do aborto, do casamento homossexual, dos símbolos religiosos - temas que foram tratados com espírito público e coragem pela candidatura do PSOL. Nem se fale da corrupção, que campeia ao lado dos escritórios das duas candidaturas ora no segundo turno.
Cerca de um milhão de pessoas captaram nossa mensagem. Constituem a base de interlocutores a partir da qual o PSOL pretende prosseguir, junto com os demais partidos da esquerda, a caminhada do movimento socialista no Brasil.
O segundo turno oferece nova oportunidade para dar um passo adiante na conscientização. Trata-se de esmiuçar as diferenças entre as duas candidaturas que restam, a fim de colocar mais luz na tese de que ambas são prejudiciais à causa dos trabalhadores.
O candidato José Serra representa a burguesia mais moderna, mais organicamente ligada ao grande capital internacional, mais truculenta na repressão aos movimentos sociais. No plano macroeconômico, não se afastará do modelo neoliberal nem deterá o processo de reversão neocolonial que corrói a identidade moral do povo brasileiro. A política externa em relação aos governos progressistas de Chávez, Correa e Morales será um desastre completo.
A candidata Dilma Rousseff é uma incógnita. Se prosseguir na mesma linha do seu criador - o que não se tem condição de saber - o tratamento aos movimentos populares será diferente: menos repressão e mais cooptação. Do mesmo modo, Cuba, Venezuela, Equador e Bolívia continuarão a ter apoio do Brasil.
Sob este aspecto, Dilma leva vantagem sobre a candidatura Serra. Mas não se deve ocultar, porém, o lado negativo dessa política de cooptação dos movimentos populares, pois isto enfraquece a pressão social sobre o sistema capitalista e divide as organizações do povo, como, aliás, está acontecendo com todas elas, sem exceção.
O que é melhor para a luta do povo? Enfrentar um governo claramente hostil e truculento ou um governo igualmente hostil, porém mais habilidoso e mais capaz de corromper politicamente as lideranças populares?
Ao longo dos debates do primeiro turno, a candidatura do PSOL cumpriu o papel de expor essa realidade e cobrar dos representantes do sistema posicionamento claro contra a desigualdade social que marca a história do Brasil e impõe à grande maioria da população um muro que a separa das suas legítimas aspirações. Nenhum deles se dispôs a comprometer-se com a derrubada desse muro. Essa é a razão que me tranqüiliza, no diálogo com os movimentos sociais com os quais me relaciono há 60 anos e com os brasileiros que confiaram a mim o seu voto, de que a única posição correta neste momento é do voto nulo. Não como parte do "efeito manada" decorrente das táticas de demonização que ambas candidaturas adotam a fim de confundir o povo. Mas um claro posicionamento contra o atual sistema e a manifestação de nenhum compromisso com as duas candidaturas.
Plínio Soares de Arruda Sampaio, 80 anos, é advogado e promotor público aposentado. Foi deputado federal por três vezes, uma delas na Constituinte de 1988, é diretor do "Correio da Cidadania" e preside a Associação Brasileira de Reforma Agrária - ABRA
Fale com Plínio Arruda Sampaio: plinio.asampaio@terra.com.br
Uma vergonha estampada em sorrisos de que tipo?
O povo não consegue acreditar ainda que a contradição não é da direita que se torna esquerda, é o PT que se torna direita e é acolhido pelo maior representante do projeto neo-liberal no estado do Pará, Almir Gabriel, que foi governador por 08 dos 12 anos de governo tucano que a Ana Júlia diz ser alternativa e diz ter mudado...pelo abraço e sorriso eu posso até imaginar qual seria essa mudança.
domingo, 10 de outubro de 2010
Marinor, senadora eleita do PSOL afirma que confia na Justiça e que lugar no Senado está garantido
Como vereadora, Marinor Brito (PSOL) chegou a ter seis mil votos, ficando 12 anos ininterruptos na Câmara Municipal de Belém (CMB). Como candidata a prefeita, mais de 15 mil. Eleita a segunda senadora do Pará em 2010, Marinor teve 727 mil votos, ficou atrás apenas de Flexa Ribeiro (PSDB) na votação e, no que depender da Lei da Ficha Limpa, vai representar o Pará no Senado Federal a partir de 2011. "Estou confiante de que a Justiça Eleitoral vai confirmar isso. Minha candidatura foi feita de acordo com o que manda a legislação eleitoral brasileira e o povo já mostrou que quer mudar essa idéia de que político é quem faz falcatrua", dispara.Marinor reforça que foi eleita de acordo com o TSE, assim como reforça que Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT) não são candidatos. "O TSE impugnou duas candidaturas enquadradas na Lei da Ficha Limpa, falta só a decisão do Supremo Tribunal Federal. Interessa o que foi divulgado oficialmente: dois eleitos, eu e Flexa Ribeiro, dentro da legislação", diz. A senadora eleita anuncia que não tem dúvida de que seu lugar em Brasília está garantido. "Não adianta governar se não for para atender o povo. O Pará e o Brasil vão se orgulhar desse mandato socialista", avisa.
Marinor agradeceu ao povo paraense pelos votos. E destacou que a vitória também foi do PSOL, que tem "apenas seis anos de existência e já mostra um potencial eleitoral fabuloso". "A votação tão expressiva que eu tive mostra que o povo quer a Lei da Ficha Limpa, quer mudar a idéia de que quem ocupa cargo público faz falcatrua, age com falta de ética, abusa do poder econômico ou pratica outras formas de irregularidades. Minha candidatura anda junto com essa lei", afirma.
Marinor credita sua eleição a uma série de fatores, como sua militância "coerente com a luta do povo em todo o Estado". Ela foi fundadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) e se destacou no trabalho pelo enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. "Presidi a primeira CPI de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em 2005", lembra. Sobre o novo mandato, Marinor assegura que entra no Senado com "segurança, mas com a humildade de quem está dando não um passo mais alto ou largo, mas firme para me manter como sempre estive, segura de que não vale a pena ter um mandato se não for pra representar os desejos do povo."
Fonte: Amazônia Jornal
Blog da Marinor Brito
FESTA DA VITÓRIA DE EDMILSON RODRIGUES.
Dia E. Agora, é retomar a caminhada
Edmilson: disputar “3º mandato de prefeito será uma honra”
Na condição de partido que será representado na Assembleia Legislativa por Edmilson Rodrigues (na foto), o mais votado no último domingo, quando recebeu 85.412 votos, o PSOL só não o terá como candidato a prefeito de Belém, em 2012, se não quiser.
“A depender do PSOL e do povo de Belém, o concurso a um terceiro mandato de prefeito de Belém será pessoalmente a maior honra para mim”, diz Edmilson em entrevista exclusiva ao Espaço Aberto.
Ele atribuiu a sua condição de campeão de votos na eleição para a Assembleia ao reconhecimento popular “contra a velha forma do fazer político baseada na enganação, na corrupção”.
O deputado sinaliza que o PSOL não fechará nem com Simão Jatene (PSDB), nem com Ana Júlia (PT) no segundo turno, porque ambos, conforme avalia, têm a “mesmíssima concepção estratégica”. E afirma que Flexa Ribeiro (PSDB) e Marinor Brito (PSOL) são, de fato, os senadores eleitos. “O Jader, até que se prove o contrário, sequer foi candidato ao Senado”, garante.
A seguir, a entrevista.
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Com essa montanha de votos que você recebeu, é exagero prever que o deputado estadual eleito Edmilson Rodrigues é o candidato em potencial do PSOL a prefeito de Belém, em 2012?
Minha única condição ao PSOL para aceitar se candidato a deputado foi a de que o partido me desse um tempo para escrever minha tese a fim de concluir meu doutorado na USP. O partido entendeu que, para além da política eleitoral, há minha vida profissional como professor, que é minha fonte de sobrevivência. Defendi minha tese doutoral no último dia 15 de setembro, tendo sido aprovado com distinção e louvor, além de vê-la indicada para publicação. Resolvida essa minha lacuna profissional ainda durante a recente eleição, a depender do PSOL e do povo de Belém, o concurso a um terceiro mandato de prefeito de Belém será pessoalmente a maior honra para mim. Imagina, Paulo, a felicidade que qualquer belenense honesto e amante de nossa bela cidade terá em governá-la para a festa de seus 400 anos de fundação, o que ocorrerá em 12 de janeiro de 2016.
A que você atribui a condição de mais votado para a Assembleia?
Essa votação é a manifestação concreta da vontade do povo contra a velha forma do fazer político baseada na enganação, na corrupção, no privilegiamento dos mais ricos e da lembrança de que os pobres existem apenas nos períodos eleitorais. Mas é principalmente o reconhecimento do trabalho revolucionário que realizamos à frente do Governo do Povo, quando, mediante um processo massivo de participação popular nos rumos da cidade, invertemos prioridades e projetamos Belém para o mundo como terra da democracia e das conquistas populares. Os prêmios de Prefeito Criança da UNICEF/ONU-Abrinq; os prêmios Dubai (ONU) para as melhores práticas do mundo entre mais de 50 premiações mostraram que Belém pode ser vista como cidade de direitos, como Cidade Criança; que não precisa continuar ocupando as manchetes policiais devido à ação de governos que só tem servido para envergonhar e destruir nossa cidade e nossos sonhos.
O PSOL fecha com quem no segundo turno? Ou não fecha com ninguém? Como é que o partido avalia os projetos de Simão Jatene e Ana Júlia para o Estado?
O PSOL, em breve, terá uma posição oficial para orientar a militância no segundo turno. Eu creio que a posição que vigorará será não fechar com um ou outro. Jatene e Ana Júlia têm a mesmíssima concepção estratégica; ambos defendem a manutenção do modelo de crescimento baseado em um tipo de modernização conservadora e incompleta que só pode redundar em destruição da biodiversidade e da sociodiversidade amazônicas e da soberania do estado territorial sobre esse nosso subespaço estratégico para o futuro de nosso país. Eles não veem mais nada além de números indicadores dos lucros das madeireiras, mineradoras como a Vale, dos agronegocistas do gado, da cana ou da soja. Falam de uma riqueza nas mãos das grandes corporações como se isso representasse algo de bom para o Pará e para nosso povo. Esquecem de dizer que quando maior a concentração de riquezas, maior também a pobreza e a miséria nos lares das famílias do campo e da cidade. E, em consequência, o aumento da violência em suas diversas manifestações: prostituição infantil, doenças da pobreza, narcotráfico etc. Deve-se fazer referência ao fato de o PT ainda ter entre seus milhares de militantes pessoas comprometidas com o ideal de um mundo novo, de uma sociedade igualitária, democrática e feliz. Contudo, na medida em que as base perderam a capacidade de influenciar nas decisões, a cúpula vai continuar impondo as políticas antipovo e as alianças espúrias como as que colocam no mesmo palanque o prefeito atual, políticos como o Sefer, entre outros.
O TSE, até o presente momento, considera eleitos para o Senado o tucano Flexa Ribeiro e a ex-vereadora Marinor Brito (PSOL). Mas o deputado federal Jader Barbalho (PMDB) defende que ele, mesmo na condição de sub judice, é o eleito, porque recebeu 1,799 milhão de votos. Como você avalia essa situação?
O Jader, até que se prove o contrário, sequer foi candidato ao Senado. Pelo menos foi essa a decisão do Tribunal Superior Eleitoral. O Estado Democrático de Direito permitiu a ele recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão do TSE. O STF vive um impasse porque a votação sobre a Lei da Ficha Limpa resultou em um empate. Em tese, a mais elevada corte da justiça brasileira ainda pode decidir anular a decisão do TSE, mas terá que arcar com o ônus. Creio que uma decisão favorável a anulação dessa lei de iniciativa popular poderá redundar em uma crise sem precedentes de credibilidades das instituições do estado brasileiro. Por isso, minha convicção é a de que o STF deverá respeitar a vontade popular e manter Flexa e Marinor como os verdadeiros representantes da vontade popular.
A Lei da Ficha Limpa é um avanço para moralizar a vida pública?
Acho que ela pode ser aperfeiçoada de modo a não nivelar todos os crimes como sendo da mesma gravidade. Mas esse é um debate a ser travado no futuro. Creio que agora essa lei que só foi possível pelo esforço de mais de um milhão de pessoas para torná-la um projeto e depois uma lei de iniciativa popular tem cumprido papel positivo na afirmação de princípios éticos para o exercício de mandatos eletivos.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Edmilson, o mais votado do Pará e Marinor senadora do Povo!
Com 85.412 votos, Edmilson Rodrigues é o deputado mais votado do Pará, com uma votação tão expressiva nunca antes vistas na história do parlamento estadual.
(Votação do PSOL: 121.483)
Edmilson Rodrigues (PSOL), ex-prefeito de Belém (1997 -2004), foi eleito com a mais expressiva votação de toda a história do Pará. Com a força do povo, retornará à Assembleia Legislativa, depois de dois mandatos como deputado estadual, eleito em 1986 e reeleito em 1990.
Marinor Brito (PSOL), senadora Ficha Limpa eleita com 727.583 votos
Missão cumprida!
Aos que ousam inventar o futuro!
Como traduzir em palavras, sentimentos que transbordam que insistem em não caber no significado das definições? Durante mais de dois meses de campanha eleitoral recebi inúmeras manifestações de carinho, de incentivo de apoio sincero e esperançoso. Os programas eleitorais e os debates têm a magia de entrar na casa de milhões de pessoas, e isso é bom. Mas nada substitui a campanha feita corpo a corpo, onde podemos olhar no olho das pessoas e sentir, de forma inequívoca, a vibração de um sentimento imorredouro: a esperança em um futuro melhor.
Nas viagens que fiz pude conhecer ainda mais a dura realidade de nosso povo. Vivemos em um estado lindo e rico, com um fabuloso acervo cultural. Mas infelizmente, a vida cotidiana ainda é cheia de injustiças, de miséria e de violência. Contudo, a tradição cabana corre em nossas veias. Somos guerreiros. Construtores de sonhos e de nosso próprio futuro. Por mais incrível que possa parecer o povo é alegre, forte, cheio de esperança e disposto a mudar.
Fizemos uma campanha limpa, honesta, cheia de dificuldades, mas alegre e coerente. Somos socialistas e como tal sabemos das limitações que uma eleição tem na mudança real das estruturas de uma sociedade alicerçada no capital e no lucro. Mas ousamos desafiar forças poderosas, incomodamos a elite dominante de nosso estado. Mostramos a eles que temos coragem e competência para mudar o nosso destino. E talvez por isso mesmo, por essa empatia com o sentimento popular, tive tantas manifestações de apoio. Lágrimas sinceras de uma gente que, mesmo no sofrimento, sabe que o novo há de vir. Que a mudança está chegando. Histórias de vida que se confundem com a minha própria. Emoções que contagiam a todos, como os casos mais recentes do Seu Bené e da Marisa, que energizaram de forma maravilhosa os últimos dias de campanha e que ficarão para sempre gravados na minha memória.
Espero ter desempenhado bem a tarefa que me foi dada, ter correspondido às expectativas depositadas em mim. Espero ter honrado aos milhares de militantes e apoiadores do PSOL que de forma voluntária e aguerrida se dedicaram diuturnamente à nossa campanha. Seria deselegante citar nomes, por isso agradeço a todos que estiveram conosco nessa caminhada. Mas penso que um agradecimento não pode deixar de ser feito: aos meus filhos, Renan e André, que estiveram ao meu lado, apoiando e participando dessa jornada.
Com o coração cheio de ternura e emoção abraço cada um e cada uma que acreditou nesse sonho e que se dedicou a, como diz o poeta, “inventar” caminhos pela grama de nossa história. Um forte abraço e até a vitória!
Fernando Carneiro!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Negado recurso contra decisão do TSE que cassou registro de Jader Barbalho
Do Site do TSE.
O relator do caso, ministro Arnaldo Versiani, afirmou que não houve omissão do TSE. Segundo ele, ao julgar o caso de Barbalho, a Corte Eleitoral entendeu que o dispositivo analisado “tem base exatamente no princípio da probidade administrativa e também da moralidade”. Esses princípios estão dispostos na Constituição (parágrafo 9º do artigo 14).
O ministro Versiani lembrou, inclusive, que seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciaram pela constitucionalidade da regra da Lei da Ficha Limpa (alínea “K” do inciso I do parágrafo 1° da Lei de Inelegibilidade), entendendo que ela se origina no parágrafo 9º do artigo 14 da Constituição.
A regra constitucional determina que lei complementar estabelecerá casos de inelegibilidade com o objetivo de proteger a probidade administrativa, bem como a moralidade para exercício de mandato considerada vida pregressa do candidato.
O ministro Versiani foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha e pelos ministros Aldir Passarinho Junior, Hamilton Carvalhido e Ricardo Lewandowski.
Os ministros Marco Aurélio e Marcelo Ribeiro divergiram. “Para mim, quem renuncia a um mandato não incide em improbidade administrativa”, apenas exerce um direito que lhe era conferido, afirmou o ministro Marco Aurélio.
Processo relacionado: RO 64580 RR/LF
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Voltando ao BLOG - eleições 2010.
O PSOL é um novo partido contra toda essa velha política e é por isso que no PSOL estamos construindo cada vez mais o laço de união dos trabalhadores com nosso partido e por isso temos o apoio destes aos lutadores do povo que são candidatos pelo PSOL e dos eleitores que vem com partido socialismo e liberdade uma organização de luta, socilista e classista!
Dia 03 de outubro temos opção, a minha opção é pela igualdade!
Meu voto é 50. Meu voto é PSOL!
Pedro Ivo Castro
EDMILSON RODRIGUES - DEPUTADO ESTADUAL - 50123.
BETO ANDRADE - DEPUTADO FEDERAL - 5050
MARINOR -SENADORA - 500
JOÃO AUGUSTO - SENADOR - 501
FERNANDO CARNEIRO - GOVERNADOR - 50
PLÍNIO SAMPAIO - PRESIDENTE - 50.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Todos de olho no debate da Record
PEDRO IVO CASTRO e demais militantes socialistas estaremos juntos, assistindo ao debate da TV Record. Vamos ver como Fernando Carneiro está mais preparado!!!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Mais lembrados
DO BLOG DO BACANA.
Já para federal tem Wlad e Priante na frente
.
domingo, 12 de setembro de 2010
Volta ...
Quanto ao Encontro Nacional de Estudantes de História escrevo depois!
Abraços à todos!
Pedro Ivo Castro.
sábado, 28 de agosto de 2010
Araceli conquista carinho e apoio a cada dia
Fazer uma campanha eleitoral não é fácil, ainda mais com poucos recursos financeiros, contra campanhas imoralmente financiadas por empresas e lobistas. Ainda assim, Araceli Lemos não esmorece e cada dia cresce o apoio à candidata a deputada estadual do PSOL a uma vaga na Assembleia Legislativa.
Apoios e manifestações de carinho, como a que transcrevemos abaixo, de Pedro Ivo Castro, diretor do Centro de Acadêmico de História da UFPA, são o combustível para continuar a luta e a certeza de que fazemos uma campanha limpa e verdadeira.
Para Araceli Lemos:
“Você sabe que tem meu apoio e meu voto sempre, és uma grande companheira de luta, você faz a ALEPA estremecer, assustando os poderosos desse estado e eu sempre me senti muito mais do que representado por você. Me sentia e me sentirei novamente respeitado por sua atuação parlamentar. Vamos seguir na jornada, juntos, ousando lutar e ousando vencer.
No mais, você como historiadora tem o total apoio de nossos camaradas historiadores.
Super beijo,
Pedro Ivo Castro.
Diretor do Centro Acadêmico de História da UFPA."
Por que?
Como indicador de que o Movimento Somos Todos Edmilson está crescendo e já começa a incomodar os velhos coveiros de sonhos, o Jornal Amazônia resolveu começar a atacar nosso candidato. Sabe a famiglia que sustenta esse jornal que não conseguirão jamais colocar na lama da velha política uma pessoa como Edmilson que, como o blog já falou é um ser humano imprescindível.
Abaixo, a resposta que Edmilson Rodrigues enviou ao redator do referido órgão:
Por que?
Senhor redator,
Não creio que esse orgão de comunicção tenha qualquer razão para tentar desmoralizar-me. A nota que afirma que eu só venho ao Pará em período eleitoral é de uma leviandade cruel e de conteúdo com ferocidade canina. Nasci e sempre morei em Belém. Sei que isso é conhecimento de todas as pessoas minimamente informadas e moralmente escrupulosas. Mesmo no último período de minha vida profissional, quando fui liberado pela Secretaria de Estado de Educação e pela Universidade Federal Rural da Amazônia, instituição das quais tenho a honra de compor o quadro de docentes, para cursar o Doutorado em Ciencias na Universidade de Sâo Paulo (USP) no Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana, mantive minha casa em Belém como minha principal referência. Obviamente, como não tenho o poder da ubiquidade, tive que permanecer em São Paulo em vários períodos de alguns meses, a fim de cursar as disciplinas, participar de seminários acadêmicos entre outras atividades científicas necessárias à pesquisa e redação de minha tese doutoral que já foi depositada naquela instituição e será defendida no próximo dia 15 de setembro.
Não porto, sequer, baladeira. A arma que carrego é a leveza da moral ilibada de quem, tendo ocupado dois mandatos de deputado estadual (1987-1994) e dois de Prefeito de Belém (1997-2004), e reconhecido popularmente como "o melhor prefeito que Belém já teve", pelo menos nos últimos cem anos. Portanto, poupem-me de uma guerra. Não mereço isso. Mesmo os que não conseguiram e jamais conseguirão destroçar minha dignidade tem direito à paz.
Exijo respeito!
Edmilson Brito Rodrigues
Arquiteto, Graduado em Licenciatura Plena em Disciplinas Especializadas de Construção Civil, Especialista em Planejamento de Área Amazônicas e Mestre em Planejamento do Desenvolvimento pelo NAEA/UFPa, Doutorando em Geografia pela USP, Professor da SEDUC, Professor da UFRA, Ex-Deputado Estadual, Ex-Prefeito de Belém e Candidato a Deputado Estadual pelo PSOL, partido do qual sou dirigente nacional.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Não percam...
sábado, 21 de agosto de 2010
Edmilson nas ruas de Belém...uma campanha de aprovação popular.
domingo, 15 de agosto de 2010
Marina Silva e o seu posicionamento religioso - uma contradição política do discurso de defesa do povo.

Na semana do Orgulho Gay, a pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, disse ser "não favorável" ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. "O casamento é uma instituição entre pessoas de sexos diferentes, que foi pensada há milhares de anos para essa finalidade", afirmou, acrescentando que seu posicionamento "não pode ser confundido com discriminar essas pessoas do ponto de vista de seus direitos".
Sem hesitar, Marina disse que não irá à parada do Orgulho Gay - marcada para o domingo, em São Paulo. A senadora disse, ainda, não ter opinião formada sobre a adoção por casais homossexuais. "Eu não tenho competência técnica para ter um olhar em relação a essa questão."
As declarações provocaram fortes reações nas redes sociais. Mais tarde, em entrevista ao portal Terra, Marina tentou amenizar ao dizer que vê o casamento como um "sacramento", mas se disse favorável à união civil "de bens" entre pessoas do mesmo sexo. Se eleita, garantiu, não usará o governo "para fazer proselitismo religioso".
Marina já causara polêmica com a comunidade GLBT ao supostamente esconder uma bandeira do arco-íris recebida de um vereador do PV. Nas entrevistas, a pré-candidata verde também se disse contrária à descriminalizaçã o do aborto e da maconha. Propôs, contudo, a realização de plebiscitos sobre os assuntos.
Ela reiterou tópicos frequentes em suas falas, como a defesa da manutenção da política macroeconômica e do desenvolvimento sustentável. Na política externa, direcionou críticas tanto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto ao pré-candidato tucano, José Serra - que na semana passada acusou o governo boliviano de ser "cúmplice" do tráfico de cocaína. "Eu tenho dúvida se o governo da Bolívia não fosse de um índio, se isso seria dito com tanta radicalidade."
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Debate RBA dia 26/08 para o GOVERNO DO PARÁ.
Assista e veja como Fernando carneiro se apresenta neste debate!
Pra quem vai o segundo voto ???

Porque para o Senado, essa é a questão, o segundo voto.
Mil e uma discussões estão sendo travadas nos QGs das campanhas para tentar descobrir isso.
Para quem não se recorda o segundo voto é o seguinte; os petistas vão votar no Paulo Rocha mas assim como todos os outros eleitores tem o direito em votar em um segundo nome, já que nesta eleição teremos duas vagas ao senado. Então, em quem vão votar os petistas, em Jader, Flexa ou Marinor ? - por exemplo.
É esse segundo votos dos eleitores destes 3 grandes partidos que pode fazer a diferença na hora de eleger os senadores.
Quem reconhece este homem???
Aos seus 81 anos, o eterno intérprete do seriado Chaves comentou que embora pense muito nisso, a morte não tira seu sono.
O ator comentou que sofre alguns problemas que chegam com a velhice. Está surdo do ouvido direito e apenas começou a andar um pouco, depois de um problema cerebral que sofreu ano passado.
"Antes não podia me levantar, nem caminhar. Todos os meus problemas são físicos, mas não são fortes nem mortais", disse Roberto Gómez. Tenho a confiança de que posso viver uns cinco ou seis anos mais. Aí eu me despeço da minha grande paixão, o futebol", comentou
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Voto Beto Federal 5050
B eto, um menino esperança
E m que nós podemos sentir
T ransparência, confiança
O riginalidade no seu sorrir
A migo jovem e já forjado
N a luta por um ideal
D os sonhos tão sonhados:
R esgate da justiça social.
A qui eu deixo registrado
D ecidi votar no capacitado
E ducador Beto, meu Federal
Voto Beto Federal 5050
Edmilson no BOCA DE FERRO da Central Única das Favelas do Pará
EDMILSON RODRIGUES - Candidato a Deputado EstadualENTREVISTA AO BOCA DE FERRO:
Na verdade, nunca me afastei da política.
Após os dois mandatos como prefeito de Belém, período em que tive o privilégio de coordenar o governo municipal mais premiado de todo o Brasil, sentia a necessidade de continuar minha formação, já que sou professor.
Assim, cursei o doutorado na USP em Geografia Humana durante alguns anos e agora estou de volta ao Pará. Porém, viajei o país a convite para colaborar politicamente com os mais diversos movimentos sociais e com o próprio PSOL.
É mais uma ferramenta que a Central Única das Favelas do Pará coloca a disposição do grande público. E para inaugurar este espaço, vamos convidar alguns candidatos aos pleito de 2010 a mostrarem suas caras por aqui.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Fernando Carneiro visita Altamira
Festa de inauguração do Comitê Edmilson Deputado Estadual
Festa de inauguração do Comitê Edmilson Deputado Estadual 50123.a partir das 19 horas.
Av. Gentil Bitencourt, 2384, São Brás, Belém.
Você não pode faltar!
Siga o mapa(click para ampliar). Traga a sua força e a sua alegria. Tod@s com Edmilson nesta corrente de fé e esperança.
NOTA DE FALECIMENTO
Muitos não sabem, mas eu cheguei a passar alguns anos estudando em escola católica, ajudando em projetos sociais e me preparava espiritualmente para algo que me deixava muito feliz, iria ser padre, queria ser padre. Nessa jornada nada fácil fiz muitos amigos verdadeiros, como o autor desta nota, P. Daniel Cunha, na época um assistente no colégio do Carmo, e outros tantos salesianos que fizeram daquela época um período inesquecível da minha vida. Uma dessas pessoas foi seu Matias, um artesão, preocupado com o meio-ambiente, que fazia de seus dias, dias de trabalho, de reciclagem, em especial de garrafas Pet's. Essa semana ainda cheguei a separar umas garrafas para levar ao seu atelier, mas não tive tempo. Sua partida doi como a de todos os amigos, era um bom conselheiro e um amigo sem igual. Ainda acho graça de nossas aulas em espanhol com seu Matias dizendo se estavamos ou não preparados para o vestibular. Lembro do dia em que o conheci, saimos eu, ele e a Thaís Bittencourt (cooperadora salesiana) para comprarmos plantas para o Colégio do Carmo, seu Matias gostava de verde, gostava de plantas, gostava de reciclagem, amava a Vida e o Senhor da Vida. Vá em paz meu grande amigo Matias. Pedro Ivo Carvalho de Castro. ex-aluno salesiano. ================================================================== |
Caros irmãos, irmãs e grupos da Família Salesiana, Segundo avaliação dos próprios médicos a cirurgia ocorreu bem e ele já se encontrava em recuperação no apartamento, porém de forma inesperada nesta manhã do dia 06 fomos surpreendidos pela notícia de que nosso irmão veio a falecer após complicações pós-operatória que acarretaram parada cardíaca. Após a recente perda do nosso Pe. Marcelo mais um irmão deixa nossa Família para ir ao encontro do Pai. Ao Sr. Matias o repouso dos justos por todo o bem que realizou nesta terra. Renovamos nosso pedido de preces e orações neste momento difícil e peçamos ao Senhor que na sua infinita bondade acolha nosso irmão Matias no paraíso eterno. Na medida do possível informaremos a respeito. |
P. Daniel Cunha - 06/08/2010 |
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Edmilson Rodrigues. Há homens que que lutam a vida inteira
Há homens que lutam muitos dias. E são muito bons.
Há homens que lutam muitos anos. E são melhores ainda.
Porém há aqueles que lutam a vida inteira.
Estes são os imprescindíveis".
(Bertolt Brecht)
Uma homenagem a todos os homens e mulheres que lutam a vida inteira por um mundo de justiça e solidariedade.
domingo, 8 de agosto de 2010
Manoel Amaral - um ano da despedida!
Um ano atrás, exatamente, eu estava com o companheiro Manoel Amaral em sua despedida deste mundo. Manoel partiu subtamente no auge dos seus 34 anos. Novo, Manoel já era respeitado internacionalmente pela esquerda (como a cubana), historiador, líder socialista no Pará (respeitado por todos os partidos), Amaral deixou quatro filhos e um caminho longo de lutas para nós percorrermos sob a liderança de seu exemplo inesquecível de ousadia, luta, esperança e solidariedade.
Quando lembrei, da vida de Manoel Amaral, um sorriso estampou-se naturalmente em meu rosto. Quanto orgulho eu tenho de ter estado com ele durante muitas lutas, eleições, debates,vitórias. Quantas vezes sorrimos juntos, nunca choramos juntos, mesmo nas perdas, na dor, Manoel era o primeiro a sorrir e a levantar a cabeça. Quantas conversas, quanto eu aprendi, quanto ele me chamou a atenção, com o cuidado que somente um líder tem com seu grupo. Manoel tinha isso, Manoel era isso e eu não consegui mas sentir vontade de chorar, estou feliz por seus poucos anos na Terra, estou feliz porque ele viveu cada segundo, ensinou todos quanto pode, lutou e venceu tantas vezes. Manoel me deixa feliz por ter podido conviver com ele, e quantos conviveram menos do que eu e quantos não o conheceram e hoje não podem sorrir ao lembrar de Manoelzinho, como carinhosamente o chamavamos.
Nunca mais bebemos as nossas vitórias, que planejamos, que sonhamos e que conseguimos realizar, mas em todas as comemorações deste ano eu sempre senti você meu grande comandante Manoel, perto e irradiando sua felicidade. Seu sorriso era tão forte, sua energia era tanta que não há limites da materialidade que possa impedir seus amigos de sentir você junto de nós nos momentos fáceis e difíceis. Obrigado!
Manoel está presente nas nossas lutas, seus ensinamentos, sua ideologia, seus sonhos não morrerão jamais. Poderíamos fazer silêncio, mas como disseram outros camaradas, Manoel nunca calava! Homenagearemos Manoel Amaral com nossas vozes, gritando bem alto, defendendo os nossos sonhos, lutando pelo socialismo!
Manoel Amaral - PRESENTE!!!
Um abraço do amigo,
Pedro Ivo Carvalho de Castro.
diretor do centro acadêmico de História - UFPA.
(como havia prometido ao Manoel.)
sábado, 7 de agosto de 2010
Manoel Amaral. Presente!
Deixou-nos seu exemplo de homem e lutador, o orgulho de quem pode dizer que o conheceu e usufruiu de sua atenção, a certeza de quem está e estará sempre presente em nossa memória e em nossas inspirações. Herança que nos confortam, reafirmam e fortalecem; que renovam nossa convicção de que a humanidade aspira e se prepara para construir um mundo sem explorados e exploradores; e que esta é a vocação histórica do povo brasileiro.
Heranças que nos dão força para gritar em alto e bom som: Manoel Amaral. Presente!
Manoel está conosco nesta caminhada. Aquilo que podemos fazer para manter acesa a sua lembrança é continuar a luta a qual ele dedicou sua vida, marcada por um sentimento profundo de amor ao povo. É aquilo que devemos fazer. É aquilo que faremos.
Movimento Somos Todos Edmilson.
Edmilson e Eloy Borges prestam homenagens ao Manoel - Dia 5, na Plenária em apoio a campanha de Edmilson.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Os possíveis quocientes do Pará em 2010
Para as eleições de 2010, o estado do Pará tem 4.675.330 eleitores aptos a votar. O número é fechado porque a Justiça Eleitoral impõe um prazo para transferências ou emissão de títulos, vencido o prazo, já é possível ter conhecimento exato.
Desse total, cerca de 75% deve converter-se em votos válidos, gerando um possível volume de 3,5 a 3,6 milhões em substância. Assim sendo, os quocientes devem ficar em:
deputado estadual (caso de 41 vagas): 85 a 88 mil votos
deputado federal (caso de 17 vagas): 206 a 212 mil votos
Sobras
Após as eleições proporcionais (para veredeador e deputado), como os votos não ficam redondamente distribuidos entre as chapas, faz-se uma divisão de sobras: são várias vagas, é uma espécie de pechincha onde coligações grandes e pequenas tendem a ganhar espaço das medianas e pequeninas.
Nas últimas eleições, para faturar mais uma vaga para deputado estadual, bastava um coeficiente de sobras de 0,85; e para deputado federal, de 0,8. Em outras palavras, com 1,6 quocientes, uma coligação federal elegeria duas cadeiras - um dos maiores exemplos foi o PMDB, que, com menos de cinco quocientes, fez seis cadeiras.
Já contando com as sobras, pode-se calcular cada vaga pretendida vezes o número de votos de um quociente vezes o coeficiente.
Exemplo: se o partido "x" deseja atingir duas vagas para deputado estadual, que multiplique
2 . 0,85 . 85 mil = 144,5 mil (caso o quociente seja de 85 mil votos)
ou
2 . 0,85 . 88 mil = 149,6 mil (caso quociente seja de 88 mil votos)
150 mil seria seu objetivo.
Outro exemplo é se o partido "y" deseja cinco vagas para deputado federal:
5 . 0,8 . 206 mil = 824 mil (caso o quociente fique em 206 mil votos)
ou
5 . 0,8 . 212 mil = 848 mil (caso o quociente fique em 212 mil votos)
850 mil seria sua meta.
Cálculo simplificado
Como os coefientes de sobras 0,85 e 0,8 para deputado estadual e federal, respectivamente, já seriam suficientes para ganhar uma próxima vaga, o cálculo simplificado seria:
para cada ~170 mil votos, uma cadeira federal
Obs. só é cabível a coligações que atingirem o ponto de corte (um quociente). Nesse cálculo simplificado já não há arredondamento para cima, é só o número inteiro (sempre arredonda para baixo)













